terça-feira, 19 de junho de 2007

B-52 Brand New Sleasy Devine Triks

Será um avião? Será um míssil? Será um bombardeiro?
Bom!... Sim e não: é o meu shot de eleição!

O B-52
Entra como um míssil, bombardeia o estomago e... faz voar, hehe ;)
O b-52 tem uma história curiosa, pois que foi inventado por todas as civilizações conhecidas no universo após cada uma ter começado a atravessar a sua fase de proliferação nuclear, sendo que apenas uma pereceu porque a sua crença religiosa impedia a ingestão de bebidas alcoólicas, e aparentemente a sua invenção neste planeta destinava-se apenas à utilização terapêutica para bombistas-suicidas antes da sua derradeira missão.
Nos restantes planetas, conhecido por nomes tão diferentes quanto B(2704/6*8,6666666666666666666666666666667), ou Bhecihn-kuhentah-dohs, ou Biff-if-tit-hu, ou 5b2(em Zoltron). Apesar disso, a sua composição química pouco varia (curiosamente), e os seus efeitos também não (mais curiosamente ainda). Ainda mais curiosamente ainda, todas as civilizações do cosmos conhecido que descobriram esta bebida conseguiram passar com alguma rapidez da sua fase nuclear à fase de expansão galáctica pacífica, sendo que contudo, a relação entre estes factos ainda não consegiu ser verificada (por ausência de sobriedade, supõe-se).
No Planeta Terra, os líquidos mais frequentemente utilizados na sua elaboração são os seguintes


Ora!... Até aqui nada de novo, não é? ERRADO!
Eis que estava eu a passar sobre uma pequena localidade perto do canto situado mais a Sudoeste da massa continental conhecida como Europa, no hemisfério norte do planeta Terra, quando por motivos de força maior, eu e a minha Alien mais linda e mais querida (que quando põe os seus negros protectores oculares fica parecida ao lorde Darth Vader -reverência), tivemos que pernoitar ali mesmo. A terriola chamava-se Zambujeira do Mar, e nenhum de nós estava preparado para o que se passou de seguida. Depois de ingerirmos umas proteínas, decidimos passar por um bar, e encontramos um em especial -"ESPERA-ME ENTRANDO"- que deixaria a grande maior parte dos bares do planeta Ferus 69, a maior catedral de vida nocturna do universo (na nebulosa de hiena à direita), mortinhos de vergonha. Mas tal facto teve uma explicação, e essa ainda foi mais arrebatadora: encontramos um ser de inteligência superior um iluminado... Não! Um iluminador! Isso! Um mestre de insondável sabedoria, que nos ensinou a sua Revelação:
O Mestre Peixe



Qual Yoda, Qual carapuça?... Nop! O Mestre Peixe é que sabe. E ele mostrou-nos a Luz, mostrou-nos o Caminho, para que o mostremos a todos vós, ò fortunados seres do Universo. Segui a sua Doutrina porque é a verdadeira, a que conduz à felicidade. Consiste no seguinte:


Compreendesteis? Conseguis ver tamanha genialidade? Eu explico os seus postulados (a melhor forma de iniciar o procedimento será com um shot de absinto antes do primeiro B-52):
  1. O B-52 tem que arder 2 minutos... 1,5, vá... O primeiro sofre-se a seco, como se souber melhor, em homenagem ao momento da concepção. Pede-se o segundo.
  2. No fim do segundo temos que comer uma rodela de laranja polvilhada com canela e açúcar, e pedir de imediato o terceiro.
  3. No fim do terceiro temos de comer 1 ou 2 morangos frescos e pedir logo o quarto (ainda não é para dormir: referia-me ao B-52 nº 4).
  4. Palhina que toca no balcão, não presta, não existe...
  5. no fim do quarto temos que comer 1 morango fresco e uma fatia de ananás/abacaxí, e pedir o quinto.
  6. fuma-se um cigarro enquanto se espera
  7. No fim do quinto trinca-se levemente uma fatia de lima relativamente grossa previamente disposta numa taça sobre uma fatia de ananás (para comer depois de trincar a lima), regados com morangowsca feita com morangos frescos (e não com sumo artificial).
  8. Pede-se o sexto logo imediatamente e o barman prepara a taça da vida, que consiste num B-52 preparado num copo de vinho para ser bebido a dois numa cerimónia de comunhão em que uma pessoa até se casa logo, tal é o estado de transe. Neste passo acabam as bebidas necessárias para fazer o B-52, e é chegada a hora de acalmar.
  9. Um Barman de inteligência superior, um ser de Luz, como o Peixe, nunca mistura dinheiro com a Crença: Ele é o verdadeiro messias e será recompensado (ai vai vai, que isto não vai ficar assim: ao justo o que ele merece!)
  10. Pede-se uma cerveja e paga-se 8 vezes o preço que te pedirem por ela (mais do que merecido) e recusa-se terminantemente o troco
  11. pedimos novamente um shot ao barman, que não tendo mais munições para fazer um B-52, nos oferecerá um long-drink extra alcoólico à base de absinto disfarçado com morangowska.
  12. Diz-se a este ser de luz que ele é o maior, porque é mesmo, e porque é o detentor de tão grandiosa revelação.
  13. Depois entramos em transe na pista de dança
  14. Celebramos o Amor


Obrigado ao Peixe por ser tão FIXE(!), à gente super-espectacular da Zambujeira do Mar que não tem par em simpatia, to the Weed People, ao Douglas Adams (R.I.P.) pela inspiração, and to my beloved Lillis, sem a qual nada disto teria sentido. Miss You:)







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O ABSINTO

ABSINTO


A Fada Verde

Henri de Toulouse-Lautrec, Monet, Gauguin, Degas, Rimbaud, Paul Verlaine, Van Gogh, Baudelaire, Oscar Wilde e Ernest Hemingway são apenas, entre tantos outros, alguns dos mais conhecidos nomes tocados pela sua magia. Boémios, artistas, escritores, poetas, loucos perdidos, todos se renderam ao seu encanto, à sua sedução, à sua insanidade, e tantas vezes contagiados, poderemos agradecer algo da sua inspiração à influência dessa musa.

Losna ou Absinto

Absinto (também conhecido por losna ou sintro) é um dos nomes vulgares da Artemisia absinthium L. Na Grécia antiga era uma planta dedicada à deusa Artemis, daí o seu nome científico.

"
Quem já provou um chá de losna conhece a principal característica desta planta: o sabor amargo. E dizem que essa característica foi até citada num provérbio de Salomão que teria declarado: "a infidelidade, ainda que possa ser excitante e doce no seu início, costuma ter um fim amargo como a losna".
Na Grécia Antiga esta planta era dedicada à Ártemis, deusa da fecundidade e da caça. Daí a origem de seu nome científico. Popularmente, a losna também é conhecida como
absinto, erva-do-fel, alenjo, erva-de-santa-margarida, sintro e erva-dos-vermes. As propriedades aperitivas (estimulante do apetite), vermífugas e estomacais explicam o uso da planta no preparo do vermute e do licor de absinto, entretanto, vale lembrar que a presença de uma substância tóxica - a tuinona - pode produzir efeitos altamente perigosos. Em doses elevadas, os chás e outros preparados a partir desta planta podem provocar tremores, convulsões, tonturas e até delírios. No século XIX, registrou-se vários casos de intoxicações e até mortes provocadas pelo uso de um licor obtido pela maceração do absinto em álcool. Na maior parte das vezes, o licor de absinto era usado como alucinógeno e não com finalidades medicinais."
(in: http://www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/A10losna.htm )





O destilado do Absinto foi inventado pelo Dr. Pierre Ordinaire (1741-1821, que dessa forma se redimiu do nome que herdou), médico francês exilado em Couvet, na Suíça, corria o ano de 1792. O seu objectivo seria inventar uma poção digestiva. Porém, quando poucos anos mais tarde adicionou álcool à formula de absinto, anis, funcho, hissopo, e outras ervas aprimorantes do seu sabor, para potenciar o seu efeito (pois claro;), criou a bebida que viria apaixonar e animar os prolíferos meandros artísticos parisienses do final do séc.XIX e princípio do séc. XX, onde se tornou célebre e conhecida internacionalmente. Infelizmente, o Dr. Ordinaire ainda viveu para ver a sua bebida ser proibída.



"a presença de uma substância tóxica - a tuinona - pode produzir efeitos altamente perigosos. Em doses elevadas, os chás e outros preparados a partir desta planta podem provocar tremores, convulsões, tonturas e até delírios. No século XIX, registrou-se vários casos de intoxicações e até mortes provocadas pelo uso de um licor obtido pela maceração do absinto em álcool. Na maior parte das vezes, o licor de absinto era usado como alucinogéno e não com finalidades medicinais."

(in: http://absinto.no.sapo.pt/)



"É consumido normalmente segundo o ritual histórico de beber absinto no qual água gelada é lentamente deitada sobre um cubo de açúcar que se encontra sobre uma colher de absinto que é por sua vez colocada sobre o copo, que contém uma dose de absinto, isto faz com que o absinto mude a sua cor para um líquido claro, quase opaco. Existem outros rituais mas nenhum envolve incendiar o açúcar, tal como aparece em vários filmes, o que daria um sabor de açúcar queimado a bebida e a poderia incendiar (perdendo assim teor alcoólico)."
(in: Wikypédia)

"Um consumo prolongado, sobretudo de bebidas alcoólicas à base de absinto, provoca habituação que se manifesta por cãibras, perdas de conhecimento e mesmo perturbações nervosas irreparáveis."


(in: http://absinto.no.sapo.pt/)


Bah!!!

Ao fim ao cabo, o pouco que ainda nos resta desse encantado tempo em que (graças ao absinto) o Homem ainda conseguia falar com os animais (e àrvores, e pedras, e etcs.) é o inócuo extracto de Absinto, o fantasma da fada verde, e uma quantidade de parafernália museológica, testemunho de outra época, em que os livres-pensadores eram mais livres.
Mas não percam a esperança, pois que ouvi dizer que a fada verde ainda aparece por aí, de vez em vez...




Recomenda-se:
http://www.absinthe.com.br/index.php?main_page=about_us
http://absinto.no.sapo.pt/
http://www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/A10losna.htm
http://www.oxygenee.com/